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A cerimónia de apresentação pública da rede SolidÉvora, que visa o combate à pobreza e exclusão social no concelho, como resposta emergente à atual conjuntura socioeconómica, teve lugar na passada terça-feira, no salão nobre dos Paços do Concelho, contando com a presença da vereadora Cláudia Sousa Pereira e do presidente da direção da Cáritas Diocesana de Évora, Oliveira Rodrigues.
Segundo a autarca, o SolidÉvora concretiza a disponibilidade e empenho do Município para o combate à pobreza e a exclusão social no concelho, apelando à participação de todas as forças vivas do território, mobilizando-as através da criação de uma rede de solidariedade efetiva na comunidade eborense.
“Trata-se de uma rede de apoio, solidária, local, que envolve as Administrações (central e local), o setor social e o setor empresarial, instalados no território concelhio, no combate à pobreza e à exclusão social, organizada para responder à situação de Emergência Social que se vive atualmente. É um projeto coletivo de criação e dinamização de um concelho solidário, cooperante e atuante, consolidado numa rede social próxima dos cidadãos e das organizações, empenhada no combate à pobreza e à exclusão social”, disse.
O SolidÉvora vai “ganhar corpo” através da celebração de um conjunto de protocolos de solidariedade onde, através da partilha e do contributo dos seus outorgantes, se consegue mitigar e colmatar situações de pobreza e exclusão. Na cerimónia da passada terça-feira foi dado a conhecer os primeiros protocolos (F. Mendes Bolas Lda. – Óptica Havaneza; Viver Melhor – Ajudas Técnicas, Ortopedia e conforto; Óptica das Figueiras; Farmácia Gusmão; Gasalentejo – Protocolo assinado; CDI e Acústica Médica). Dentro em breve serão assinados novos protocolos com a: Clínica Dentária de Évora; Laboratório Caldeira e Cruz Vermelha Portuguesa.
O QUE VAI FAZER?
O SolidÉvora irá potenciar, alargar e complementar respostas existentes de apoio às famílias eborenses, através do contributo de mais parceiros, do alargamento dos critérios de acesso a esses apoios/recursos e da criação de novas respostas.
Incidirá num vasto programa local de descontos e de vales solidários a disponibilizar às famílias mais pobres, beneficiárias de programas nacionais e municipais, mas também, e sobretudo, à “classe média” que não preenchendo aqueles requisitos, que lhe permitiriam o acesso a tais programas, vivem neste momento com maiores dificuldades, contribuindo por um lado para a melhoria da sua qualidade de vida e por outro lado para o desenvolvimento da economia local.
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