Beja: Câmara quer medidas “urgentes” do Governo para minimizar efeitos da seca

Beja: Câmara quer medidas “urgentes” do Governo para minimizar efeitos da seca

Quinta-feira, 23 Fevereiro 2012
Alentejo
A Câmara de Beja pediu hoje ao Governo para disponibilizar um programa financeiro de apoio aos agricultores mais afetados pela seca.
A autarquia liderada pelo socialista Jorge Pulido Valente considera “imperioso e urgente” a adoção de medidas para minimizar “os efeitos nefastos” da seca no Alentejo.
A tomada de posição do município, aprovada, por unanimidade, na última reunião de câmara, vai ser remetida ao Governo, à Assembleia da República e ao Presidente da República.
O município justifica a posição referindo que a situação de seca “extrema e severa” que afeta a região “agrava, significativa e preocupantemente, as já de si difíceis condições de trabalho e de vida dos agricultores, com repercussões negativas em todo o tecido socioeconómico”.
No documento, a Câmara de Beja sugere também ao Governo para iniciar “a preparação de um plano de contingência, a nível agrícola e de abastecimento de água às populações, que permita fazer face ao agudizar da situação, caso a seca perdure”.

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