CGTP quer trabalhadores do call center de Évora nos quadros

CGTP quer trabalhadores do call center de Évora nos quadros

Segunda-feira, 28 Maio 2018
Alentejo

O secretário-geral da CGTP exigiu hoje a integração dos trabalhadores do call center de Évora da Fidelidade nos quadros da empresa.

Arménio Carlos juntou-se esta manhã aos trabalhadores numa ação de protesto junto ao call center da Fidelidade, situado no parque industrial da cidade.

“Uma empresa de trabalho temporário supostamente devia prestar trabalho temporário”, mas esta e outras empresas “estão a prestar serviço permanente. Logo, há uma ilegalidade”, afirmou.

A solução, referiu o líder da CGTP, passa por serem integrados “nos quadros de efetivos da Fidelidade”, com “os mesmos salários dos outros trabalhadores e os mesmos direitos”.

Os trabalhadores queixam-se de contratos precários e de ganharem menos salários do que os funcionários das agências da seguradora que têm as mesmas tarefas.

Do lado das empresas, a Newspring, a empresa que gere o call center, e a Fidelidade, garantem que os trabalhadores estão satisfeitos.

“A prova é o nosso último inquérito aos colaboradores, que teve um índice de satisfação superior a 90%”, frisou o responsável pela Newspring.

Já Miguel Vilaça, da Fidelidade, explicou que a companhia de seguros “subcontrata alguns serviços que são especialistas” por entender que consegue “servir melhor” os seus clientes.

Além do protesto, os trabalhadores cumpriram hoje um dia de greve.

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