Demissões na estrutura de saúde não está relacionada com médicos

Demissões na estrutura de saúde não está relacionada com médicos

Segunda-feira, 06 Julho 2020
Alentejo

A demissão dos responsáveis do Agrupamento de Saúde (ACES) do Alentejo Central não está relacionada com a colocação de médicos no lar de Reguengos de Monsaraz onde surgiu um surto de covid-19.

Ao jornal i, Laurência Gemito, diretora executivo do ACES do Alentejo Central, confirmou o pedido de demissão, mas justificou a decisão com o facto de ter sido nomeada professora coordenadora na Universidade de Évora, onde dá aulas desde 2001, em março.

Já o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) solidarizou-se com os responsáveis demissionários e divulgou a comunicação que terá sido feita por Laurência Gemito e por António Matos, presidente do Conselho Clínico e de Saúde do ACES do Alentejo Central:

“Pelo respeito que temos por todos vós, não queremos deixar de vos informar de uma decisão tomada por nós, Diretora Executiva e Conselho Clínico e de Saúde do ACES Alentejo Central, na passada sexta-feira, em reunião conjunta e que acabámos de formalizar, apresentando o nosso pedido de demissão superiormente, com efeitos imediatos”, pode ler no “site” do SIM.

Os sindicatos têm contestado a colocação de vários médicos do ACES do Alentejo Central, do Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE) e da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA) no lar de Reguengos de Monsaraz, a pedido da Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo.

 

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