1495 – Visão Zero para a sinistralidade rodoviária portuguesa

Crónica GARE
Quarta-feira, 20 Novembro 2019
1495 – Visão Zero para a sinistralidade rodoviária portuguesa
  • Na Estrada em Segurança

 

No passado dia 17 de Novembro, Dia Mundial em Memória da vítimas da Estrada, o Presidente da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, Dr. Rui Ribeiro, disse alto e bom som que a única visão aceitável para a sinistralidade rodoviária portuguesa era a visão zero, isto é, aquela que que apontava para que era imperioso que nas estradas portuguesas passasse a haver zero vítimas mortais.
Ninguém pode contestar esta visão zero, quando muito podemos pensar que o timing para que isto aconteça seja diferente.
Mas independentemente de pensar em 2030 ou 2040 ou 2050, há coisas que é preciso acontecerem já.
É preciso pensar a sinistralidade rodoviária para todos, sejam peões, ciclistas, motociclistas, automobilistas, camionistas, condutores de máquinas industriais ou tratoristas.
É preciso pensar que o problema das estradas também é um problema de mobilidade e um problema ambiental e portanto as medidas a tomar não podem ser compartimentadas.
É preciso pensar que todos estes problemas são também problemas de cidadania, de educação, de saúde, de justiça, de economia, etc.
É e preciso pensar também que a visão zero, sendo a única possível de admitir, só é possível de construir se partilhada pelo Presidente da Republica, pelo governo, pela oposição, pelo poder local, pela sociedade civil, pela comunicação social e ainda por mim e por si.
É esta a ideia do Senhor Presidente da Autoridade?

Até amanhã

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