1522 – A insegurança da forças de segurança

Crónica GARE
Segunda-feira, 13 Janeiro 2020
1522 – A insegurança da forças de segurança
  • Na Estrada em Segurança

 

Todos nós temos visto e ouvido nos órgãos de comunicação social os representantes das nossas forças de segurança, a Polícia de Segurança Pública e a Guarda Nacional Republicana queixando-se de grandes problemas que afetam diretamente a sua vida pessoal, a sua vida profissional e a qualidade do trabalho que executam.

Não devo aqui meter-me nas reivindicações de carater sindical, mas não posso deixar de me solidarizar com aquelas que afetam diretamente o desempenho do seu trabalho e portanto a segurança dos cidadãos e a dos próprios agentes de segurança.

O trabalho dos agentes da PSP e da GNR é fundamental para a defesa da segurança das pessoas e não se compadece com situações que todos conhecem de carros parados porque não há dinheiro para os arranjar, ou não não há dinheiro para combustível, ou não há dinheiro para certas coisas que fazem falta no equipamento das viaturas e não existem.

Quem, como nós, já viu usar em serviço de apoio aos cidadãos, viaturas que não fecham ou não abrem as janelas, com a chamada porta do pendura que só abre por fora, ou com a porta da traseira que se fecha com cordel, já viu muitas outras coisas que não são admitidas, como a falta de cintos de segurança, mas que os agentes usam para servir os cidadãos.

Já vai sendo tempo de resolver muitos destes problemas que diariamente são enfrentados pelas nossas forças de segurança, porque disso depende a segurança dos agentes e da população portuguesa.

Isto é um problema de orçamento e por isso está na altura certa para o discutir e resolver.

ATÉ AMANHÃ!

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