A ética está nos comportamentos!

Quarta-feira, 01 Dezembro 2021
A ética está nos comportamentos!

 

 

Agora que as lideranças dos partidos têm as suas casas, aparentemente arrumadas, estão em condições óbvias para se apresentarem ao eleitorado com os seus programas eleitorais no sentido de obterem os melhores resultados.

Sou daqueles que está convencido que as próximas eleições ditarão uma maioria relativa do partido social-democrata, porque os eleitores, na sua generalidade, estão agastados e cansados dos (des)entendimentos havidos dentro da geringonça que levaram ao chumbo do orçamento do Estado e à dissolução do parlamento.

Pelo que, no próximo ato eleitoral o que estará em causa, será se as propostas reformistas se sobrepõem às propostas demagógicas das esquerdas mais radicais de que é possível dar tudo a todos sem crescimento económico.

Por isso, o importante para o eleitorado do centro-direita e da direita não é estar informado se haverá coligações pós-eleitorais ou acordos de incidência parlamentar, o importante será se a direita ganhando as eleições fará as reformas de que o país tão necessita.

O país não aguentará mais adiamentos para a concretização de uma reforma fiscal que vá de encontro aos investidores, sejam eles nacionais ou estrangeiros. O país, da mesma forma, não aguentará mais o adiamento de uma reforma que, coloque de uma vez por todas, os serviços públicos ao serviço das pessoas, as associações e das empresas.

Em suma, os partidos do centro-direita e da direita têm uma responsabilidade muito grande de se apresentarem ao eleitorado com propostas claras, absolutamente, claras, bem como, através de posicionamentos ideológicos claros. A vergonha não é ser-se de direita, muito menos defender-se até à exaustão o que se pensa e aquilo que se acredita. A vergonha está em dizer-se uma coisa hoje e, amanhã, fazer-se o seu contrário.

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