Afirmar uma alternativa

Sexta-feira, 16 Julho 2021
Afirmar uma alternativa

Vamos entrar no período de férias, logo a seguir entramos no período eleitoral autárquico.

As eleições para os órgãos autárquicos estão marcadas para o dia 26 de setembro.

São eleições importantes na medida em que vamos eleger os titulares dos novos órgãos autárquicos, para o concelho de Évora, para os próximos 4 anos.

São conhecidos 5 candidatos que representam a coligação PSD/CDS/MPT/PPM, a CDU, o PS, o BE e o Chega.

Se queremos construir um concelho mais atrativo, com maior crescimento, mais dinâmico e mais competitivo, não será através das forças políticas que nos têm governado nos últimos 20 anos, 12 anos de gestão socialista e 8 de gestão comunista.

Já o mostraram.

A gestão socialista deixou o município arrasado, com uma dívida gigantesca. Foi esse o seu “grande legado”.

A gestão comunista tem sido diferente, mais cautelosa, mais preocupada com as finanças, mas gere uma câmara onde impera a burocracia, onde tudo parece demorar uma eternidade, onde pouca coisa acontece.

A atual gestão tem sido incapaz de dar dinâmica à cidade. A cidade está amorfa e pouco cuidada.

Os eleitores eborenses, em setembro, irão novamente às urnas para escolher os seus futuros representantes nos órgãos autárquicos: na câmara municipal, na assembleia municipal e nas juntas de freguesia.

O centro-direita fez o que lhe competia. Apresenta-se ao eleitorado como a alternativa às candidaturas de esquerda, como a única alternativa que consegue agregar vontades, onde se associaram quatro forças políticas e onde o eleitorado poderá confiar, desde logo porque os candidatos não são pessoas dependentes da política, possuem um percurso profissional consistente e reconhecido, e têm uma visão e um projeto para Évora.

Se os cidadãos eborenses querem mudança, uma cidade diferente, mais moderna, mais ativa, que volte a ter vida, então terão que se pronunciar nesse sentido a 26 de setembro.

Terão que validar uma solução diferente daquela em que têm apostado.

Através do meio que o poderá permitir. Através do voto.

Caso contrário, teremos que concluir que o povo está satisfeito.

Mas…depois não se queixem.

 

Boas férias

Rui Mendes

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