O discurso do Estado da União

Nota à la Minuta
Quarta-feira, 05 Fevereiro 2020
O discurso do Estado da União
  • Alberto Magalhães

 

 

Depois de assistir, esta madrugada, ao discurso do Estado da União, proferido por Donald Trump, se levarmos o homem minimamente a sério, a conclusão só pode ser uma: nos três anos da sua presidência, os EUA aproximaram-se do Paraíso, como nunca nação alguma alguma vez se aproximou.

Empresas e empregos vão de vento em pôpa pelo país fora. Empresas que se tinham deslocalizado, voltam aos Estados Unidos à desfilada. Toxicodependentes sem-abrigo, voltam ao seio familiar desintoxicados, com emprego garantido. O desemprego nunca, em toda a história dos EUA, foi tão baixo entre os jovens negros. A sociedade americana nunca foi tão inclusiva. Os jovens podem agora fugir de péssimas escolas públicas, mercê de bolsas de oportunidade para todos os merecedores. As mortes por overdose diminuíram para os valores mais baixos desde há 30 anos. A saúde nunca esteve tão boa na América. A América vai plantar 1000 milhões de árvores, por todo o mundo.

Bom, tudo poderia ser ainda melhor não fossem os Democratas querem impôr o socialismo destruidor de sociedades. Boicotando medidas do governo no Congresso, transformando cidades e Estados, por si controlados, em santuários de imigrantes ilegais criminosos, que roubam, espancam, matam e violam velhinhas inocentes. Apesar de tudo, o muro de Trump já diminuiu as entradas ilegais em 75%.

Internacionalmente, o sucesso da sua administração tem sido, na versão de Trump, um sucesso ainda maior. Incomparável. Inacreditável mesmo. No entanto, não custa a acreditar que a sua base eleitoral acredita piamente na banha-da-cobra trumpista, misto de mentiras e meias-verdades. Enquanto isso, os democratas iniciam as primárias com um espectáculo lamentável, capaz de desanimar as hostes de potenciais eleitores.

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