O Dogma Climático

Nota à la Minuta
Quarta-feira, 04 Dezembro 2019
O Dogma Climático
  • Alberto Magalhães

 

 

Judith Curry, é climatologista e presidente da Climate Forecast Applications Network (que é como quem diz, Rede de Aplicações de Previsão Climática). Licenciada em Geografia e doutorada em Ciências Geofísicas pela Universidade de Chicago (em 1982), foi directora da Escola de Ciências da Terra e da Atmosfera no Instituto de Tecnologia da Georgia e leccionou em várias Universidades nos EUA. Pertence ao Conselho Consultivo da NASA, no Subcomité das Ciências da Terra. Co-autora do livro “Termodinâmicas das Atmosferas e Oceanos”, editado em 1999, e co-editora da Enciclopédia das Ciências Atmosféricas, de 2002. Saiu, há pouco tempo a edição portuguesa do seu último trabalho, intitulado “Alterações Climáticas – o que sabemos, o que não sabemos”.

É apenas um entre muitos exemplos de especialistas que poderia citar, mais ou menos cépticos acerca da “emergência” climática, isto é, se há ou não aquecimento global e se esse aquecimento, a haver, é ou não perigoso; mais ou menos cépticos acerca da importância das emissões de dióxido de carbono, com origem em actividades humanas, nas mudanças climáticas; e consequentemente, mais ou menos cépticos sobre a urgência e as vantagens de gastar o que temos e não temos em mudanças de paradigma energético.

A todos esses cientistas, o nosso bem-amado António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas, acaba de insultar em Madrid, apelidando-os de fanáticos e negacionistas.

Como se fossem do mesmo quilate dos crentes na Terra plana ou na astrologia.

Porque não se submetem ao “consenso científico” e insistem em duvidar da hipótese que, assim, de científica passou a credo único.

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