O papel social do PR

Sexta-feira, 08 Dezembro 2017
O papel social do PR

 

Não esquecer os mais desprotegidos.
Este é certamente um dos lemas do Presidente da República.
Marcelo Rebelo de Sousa é incansável no patrocínio a todas as iniciativas que apoiem os mais fragilizados da sociedade.

Esteve na primeira linha no apoio às vítimas dos incêndios e está constantemente a apoiar, de uma forma activa, acções que se
destinam a auxiliar os mais excluídos e os mais necessitados da sociedade.
É presença regular em Centros de Apoio Social, em acções para apoio aos sem-abrigo, em actividades do Banco Alimentar e de outras instituições sociais, visitando bairros sociais para alertar para os problemas da exclusão social e da necessidade de uma maior integração de muitas comunidades.

É um Presidente diferente. Na forma como dá visibilidade e como abraça as causas, como é sensível aos problemas da exclusão social. Marcelo Rebelo de Sousa dá-nos o exemplo de cidadania activa.

O Presidente da República mostra como se deve fazer política. Não só por palavras mas sobretudo por actos. E aqui está a enorme diferença da sua acção relativamente a outros políticos. Ficam-se por palavras e isso não resolve problemas.

O Presidente não desarma. A sua continuada acção produz os seus efeitos. Obriga a governação a ter que arranjar soluções para os problemas e a não os deixar “morrer”, prática algo comum neste executivo.

O mais de meio milhão de pessoas excluídas e os milhares de instituições de carácter social que diariamente os apoiam merecem a nossa total estima e apoio, porque são estas instituições que são o verdadeiro amparo daqueles milhares de pessoas, e este apoio vem em particular da sociedade civil, de todos nós.

Quem atenua os problemas sociais são aqueles que se envolvem na sua resolução e não os que à distância apreçam sobre eles.
O Presidente é daqueles que está sempre presente, e tem mostrado a todos nós os valores que sustentam a sua acção, valores humanistas, de solidariedade e de fraternidade.

Esta semana foi trazido novamente o tema dos refugiados.
Mais uma vez a acção governativa ficou aquém do esperado.
Portugal não tem conseguido integrar os refugiados que vieram para Portugal ao abrigo do programa de recolocação de refugiados da União Europeia.
Algumas das histórias de vida destas pessoas em Portugal relatadas na imprensa impressiona pela negativa.
É um governo de esquerda sem qualquer sensibilidade para estas matérias. Já referi várias vezes neste espaço que o executivo, em muitas matérias, tem um discurso que não combina com a prática. E nas áreas sociais isso é absolutamente visível, quando reage é porque é obrigado a fazê-lo e não por sua iniciativa.
A questão dos refugiados é apenas mais um desses casos.

Até para a semana

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