Évora: Ferramenta inovadora identifica microinvasores do património

Évora: Ferramenta inovadora identifica microinvasores do património

Terça-feira, 12 Dezembro 2017
Alentejo

O Laboratório HERCULES da Universidade de Évora está a desenvolver um nova ferramenta inovadora que permite a identicação de microinvasores que podem estar a deteriorar o património.

Com este “kit”, as bactérias, algas, fungos e outros microrganismos que deterioraram monumentos e obras de arte vão “saltar à vista” de conservadores e restauradores.

A técnica “hibridação fluorescente in situ” foi o ponto de partida do projeto coordenado por Marina González Pérez, investigadora Post-doc do Laboratório HERCULES.

São sinais fluorescentes de diferentes cores que denunciam estes agentes.

Até agora utilizada principalmente na área clínica para detetar diferentes tipos de tumores ou doenças genéticas, a técnica foi agora otimizada para tornar possível a sua aplicação aos principais agentes responsáveis pela biodeterioração do património cultural.

Em apenas duas horas e meia e sem necessidade de intervenção de especialistas, o kit de deteção vai possibilitar a identificação de vários tipos de microrganismos em superfícies do património edificado e obras de arte.

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