Pandemia de covid-19 atrasou construção do novo hospital em Évora

Pandemia de covid-19 atrasou construção do novo hospital em Évora

Sexta-feira, 07 Agosto 2020
Alentejo

A pandemia da covid-19 foi uma das causas do atraso da adjudicação das obras do novo Hospital Central do Alentejo, a construir em Évora, mas a empreitada pode ficar concluída mais cedo, em 2022.

Estas são algumas das novidades divulgadas pela Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC), após uma reunião entre o seu vice-presidente, Carlos Pinto de Sá, e o presidente da Administração Regional de Saúde (SRA) do Alentejo, José Robalo.

A reunião entre Carlos Pinto de Sá, também autarca de Évora, e o responsável da ARS do Alentejo serviu para “serem prestados alguns esclarecimentos sobre o processo da adjudicação da empreitada” do novo hospital, explicou a entidade.

Segundo a CIMAC, o presidente da ARS do Alentejo explicou que “o processo se atrasou também pelo impacto da pandemia” e que “houve necessidade de esclarecimento sobre a compatibilização do cronograma financeiro, mais curto, apresentado pela empresa e o cronograma financeiro, mais longo, que estava previsto pelo Governo”.

Por outro lado, refere a Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central, José Robalo indicou que a ARS do Alentejo “aguarda a autorização prévia do Governo para proceder à adjudicação, o que deve acontecer nos próximos dias”.

Mas, já esta semana, foi publicado em Diário da República um despacho assinado pela ministra da Saúde, Marta Temido, a subdelegar a competência da adjudicação no conselho diretivo da ARS do Alentejo.

O responsável pela Administração Regional de Saúde do Alentejo indicou também que aguarda que “o Ministério das Finanças transfira a verba, prevista para 2020, do início da empreitada” e que o empreiteiro prevê concluir a obra em 2022, e não em 2023, o que, cumprindo-se, permitirá antecipar a conclusão da obra”.

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