PCP lança questões sobre surto de covid-19 em Reguengos de Monsaraz

PCP lança questões sobre surto de covid-19 em Reguengos de Monsaraz

Segunda-feira, 06 Julho 2020
Alentejo

O PCP lançou hoje várias questões sobre o surto de covid-19 que surgiu num lar de idosos em Reguengos de Monsaraz.

Em comunicado enviado à DianaFM, a Direção da Organização Regional de Évora (DOREV) do PCP diz que “as condições em que surgiu e se desenvolveu o surto de covid-19 no concelho de Reguengos de Monsaraz suscita óbvias preocupações quanto à necessidade de cumprimento das regras” em lares para prevenir “ocorrências como as que se verificaram”, como também quanto à “capacidade de mobilizar rapidamente os recursos que se revelem necessários para combater o surto epidémico”.

 

“Neste sentido importa, sem prejuízo de toda a concentração de esforços para a resolução deste e de outros problemas, responder a perguntas necessárias sobre o lar de Reguengos para prevenir outras situações”, referem os comunistas.

Para o PCP, é preciso saber se foram tomadas todas as medidas de prevenção, particularmente se existia plano de contingência no lar onde surgiu o foco e que medidas foram tomadas imediatamente pela instituição, pela autarquia e pelas entidades regionais e nacionais para conter o seu desenvolvimento.

Os comunistas também querem saber como está a decorrer a articulação entre os serviços públicos na região (ARS e Segurança Social) e a instituição responsável pelo lar para assegurar a concretização das medidas então previstas e se estão ou não a ser asseguradas as condições de isolamento previstas entre os utentes e as condições de trabalho dos diversos profissionais que estão a prestar cuidados e apoio.

Porque não estava criado o espaço de retaguarda aos serviços de saúde no concelho de Reguengos como se verificou em diversas localidades e como está a ser feito o acompanhamento e que medidas estão tomadas para conter a evolução do contágio comunitário são outras das perguntas feitas pela DOREV DO PCP.

Os comunistas consideram também que “o quão importante seria o novo Hospital público Central do Alentejo ser uma realidade” e afirmam que, na primeira semana de mais um atraso na sua construção, “é imperioso que o Governo e a ARS adjudiquem definitivamente a obra e que criem as condições financeiras para a sua construção tão necessária para o Alentejo”.

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