Seca “sente-se de uma forma ainda mais intensa” no Alentejo

Seca “sente-se de uma forma ainda mais intensa” no Alentejo

Terça-feira, 03 Março 2020
Alentejo

O problema da seca no Alentejo “sente-se de uma forma ainda mais intensa do que no resto do país”.

O alerta foi feito pelo presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), Eduardo Oliveira e Sousa.

“As barragens continuam com baixos níveis” de água e com “fracas condições para assegurarem a campanha que se avizinha”, referiu.

“Na região do montado, típica do Alentejo, onde a produção pecuária tem a sua principal expressão, o problema não é apenas a falta de pastagem que irá suceder se não chover em condições, o que até agora não aconteceu, a chuva que veio não é suficiente, as reservas nas charcas que dão água aos animais estão já algumas delas a esgotar-se”, realçou.

Nesse sentido, pediu ao Governo para “aliviar e facilitar, inclusivamente, o acesso a águas subterrâneas especificamente” para o abeberamento do gado e para que sejam “autorizadas as áreas de pastoreio que, habitualmente, estão interditas no âmbito dos programas comunitários”.

O responsável participou na reunião do Conselho Consultivo do Alto Alentejo da CAP, realizada em Montemor-o-Novo.

Realizado em Montemor-o-Novo, o encontro juntou dirigentes associativos das zonas de Évora, Portalegre e do litoral alentejano.

Foto: CAP/Arquivo

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