TAP: Basílio Horta diz que é “gravíssimo” abrir exceções aos cortes salariais

TAP: Basílio Horta diz que é “gravíssimo” abrir exceções aos cortes salariais

Quarta-feira, 07 Março 2012
Nacional
Basílio Horta considera “gravíssimo” o facto de o Governo abrir regimes de exceção face aos cortes salariais, como na TAP.
O vice-presidente da bancada socialista diz que “é das coisas mais graves que se podem fazer na presente conjuntura”.
“Os portugueses já perceberam que têm de fazer sacrifícios, mas há duas coisas que, a ocorrerem, podem ser muito graves, mas muito graves mesmo, para o nosso país: A primeira é a falta de esperança; a segunda é a distribuição injusta de sacrifícios”, afirmou.
Basílio Horta interrogou-se depois sobre os motivos que levam o Governo a considerar que “a TAP, a Caixa Geral de Depósitos ou o Banco de Portugal têm um regime diferente das restantes empresas”.
“Mas há portugueses de primeira e de segunda? Os reformados estão a ser tratados de modo ignóbil, a todos os níveis, só porque não fazem greves?”, afirmou o “vice” da bancada socialista, usando um tom de indignação.
Para Basílio Horta, o que está a acontecer em Portugal “já ultrapassa o domínio da economia e entra nos campos da política e da ética”.

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