UÉ coloca inteligência artificial ao serviço da igualdade de género

UÉ coloca inteligência artificial ao serviço da igualdade de género

Segunda-feira, 06 Julho 2020
Alentejo

Investigadores da Universidade de Évora (UÉ) vão analisar a comunicação pública sobre a pandemia de covid-19 para avaliar a existência de linguagem escrita e oral que (re)produza estereótipos de género.

Segundo a UÉ, com base em metodologias de inteligência artificial, a ideia passa por construir uma ferramenta “web” capaz de detetar automaticamente linguagem estereotipada e sugerir alternativas ajustadas à comunicação em saúde pública.

Coordenado por Rosalina Pisco Costa, pró-reitora da UÉ e investigadora do CICS.NOVA – Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais, o projeto é um dos 16 financiados pela Fundação para a Ciência e Tecnologia para estudar impactos de género no âmbito da pandemia selecionado entre 145 candidaturas.

Vão ser analisados os materiais de divulgação produzidos pela Direção-Geral da Saúde, planos de contingência das instituições de ensino superior públicas portuguesas e conteúdos informativos da RTP durante o período pandémico.

O objetivo passa por utilizar a inteligência artificial para preparar uma ferramenta web “original e inovadora” capaz de detetar automaticamente linguagem estereotipada e sugerir alternativas ajustadas à comunicação em saúde pública.

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